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Informações de curso
Curso Higiene Ocupacional - Operação Prática de Instrumentos Agentes Físicos, Químicos e Biológicos
Área(s) Segurança do Trabalho
Período30/08/2010 a 03/09/2010
Horário08:00 - 17:00
LocalR. Timbiras, 1492 - Centro - Belo Horizonte -
ResumoMetodologia e estratégia de amostragem de riscos físicos, químicos e biológicos, com ênfase na utilização prática de diversos instrumentos de avaliação.
Professor(a)Marco Aurélio Luttgardes
 Engenheiro de Segurança do Trabalho, Auditor Fiscal do Trabalho aposentado (DRT SP e RJ) e Higienista Ocupacional Certificado. Instrutor de cursos de Reconhecimento e Avaliação de Riscos Ocupacionais para Auditores Fiscais da Previdência Social e Auditores Fiscais do Trabalho. Professor convidado das Universidades UFRJ, UFF, UERJ, UNI RIO e UFBA.

Informações complementares Público alvo
Engenheiros e Técnicos de Segurança do Trabalho, Médicos do Trabalho, Enfermeiros e Técnicos de Enfermagem do Trabalho, estudantes de cursos de Segurança do Trabalho e interessados.


Programa 

Ruído


- Conceituação dos diversos tipos de ruído.
- Os Limites de Exposição do MTE, INSS, ACGIH, OSHA  
  e NIOSH.
- Como fazer leitura quando a oscilação do nível de
   ruído for grande e aleatória.
- Dosimetria - Cálculo da Dose de ruído.
- Programação de audiodosímetros. O uso correto do CL,
  TL, FDD, IDD, ER ou q.
- A nova norma técnica NHO 01 da Fundacentro.
- Cálculo de Nível Médio. Usar Lavg ou Leq. O que é
   melhor: usar Lavg ou Dose?
- Como calcular a dose de ruído semanal.
- Dosimetria de ruído deve ser interrompida na hora do 
  almoço ou não?
- A partir de que nível de ruído trabalhadoras grávidas
  podem propiciar perda auditiva em seus fetos?
- A nova norma técnica brasileira que fala em prazo de
  calibração de decibelímetros e dosímetros.
- Conforto acústico dos ambientes de trabalho. A nova
   norma da ABNT.
- O NRR e o NRR sf. Os métodos nos 1 e 2 do NIOSH. A
  fórmula adotada pelo INSS.
- A eficiência e a eficácia dos principais protetores
  auriculares existentes no mercado.
- A dosimetria correta para fazer parte do LTCAT / PPRA
  para fins de Aposentadoria Especial.
- O cálculo do NEN - Nível de Exposição Normalizado
  exigido pelo INSS.
- Demonstração de lâmpadas que geram direito ao
  adicional de insalubridade.
- O Roteiro da OSHA / NIOSH para implantação do PCA -
  Programa de Conservação Auditiva.
- A Taxa S.A.R. (Specific Absorption Rate) do seu
  celular está abaixo do Limite de Tolerância?
- Demonstração das fórmulas do NEN ajustadas para q =
  5, conforme a nova exigência do INSS.
- As últimas pesquisas sobre os efeitos deletérios à
  saúde humana, causados pelo uso de celulares.
- Ultra-som e Infra-som. Seus limites. O controle da
  exposição.

 Campos Eletromagnéticos

- Os campos eletromagnéticos produzidos por processos
  industriais.
- Os efeitos danosos à saúde humana.
- A importância dos ELF - Campos de Freqüências
  Extremamente Baixas para a saúde pública.
- O perigo dos campos magnéticos estáticos. Como
  agem nas células e tecidos.
- O parecer técnico-científico da OMS - Organização 
  Mundial de Saúde.
- Como fazer avaliações de campos eletromagnéticos
  para fins da NR 15 e para fins de PPRA.
- As unidades de densidade de fluxo.
- Os Limites de Exposição Ocupacional da ACGIH. Os
  limites reduzidos.
- Os cuidados com as ferramentas metálicas utilizadas e
  outros cuidados especiais. 

Calor e Frio

- Os critérios do Ministério do Trabalho e Emprego e do 
  Ministério da Previdência Social.
- O IBUTG fornece o tempo máximo ou o Metabolismo
  fornece o IBUTG máximo?
- Distribuição e utilização do ábaco correto para a
  obtenção da Temperatura Efetiva.
- A nova norma técnica NHO 06 da Fundacentro. A
  Norma ISO de Taxas de Metabolismo.
- Devemos usar termômetros de mercúrio ou sensores?
- O globo deve ser de 6 ou de 2 polegadas?
- Estratégia de amostragem de calor. Ciclo de trabalho x
  situação térmica.
- O tempo de estabilização dos termômetros.
- Qual o número mínimo de leituras de IBUTG a serem 
  realizadas em uma avaliação de calor?
- O intervalo adequado entre essas leituras. Obtenção
  do valor final.
- As restrições técnicas de uso dos termômetros digitais.
- As novas Taxas de Metabolismo em W/m2.
- As doenças induzidas pela exposição ao calor.
- O homem padrão. A mulher padrão.
- Quando fazer avaliação por meio de Simulação,
  técnica recomendada pela Fundacentro? Como?
- Ar condicionado. Os valores ideais de temperatura,  
  umidade relativa do ar e velocidade do ar.
- A tabela de exposição ao frio do Ministério do Trabalho e
  Emprego que ficou fora da NR 15.
- Os Limites de Tolerância de Frio. O que diz a CLT. O que
  diz a ACGIH. O que devemos usar? 

Iluminância

- As duas normas técnicas da ABNT a serem utilizadas.
- O tempo correto de estabilização de luxímetros.
- Quando usar o Fator de Correção em avaliação de 
   iluminância? Como utilizá-lo.
- Luz visível. Radiação ultravioleta, infravermelha e laser.

 


Vibrações


- Vibração localizada e de corpo inteiro.
- A direção de maior sensibilidade do corpo humano.
- As faixas de frequências de vibrações e as diversas
  frequências naturais do corpo humano.
- Efeitos a longo prazo. Danos aos diversos sistemas do  
  corpo humano.
- As normas ISO 2631 e ISO DIS 5349. A reformulação /
  substituição dessas normas.
- Atualmente a avaliação de exposição às vibrações deve 
  ser feita de modo qualitativo ou quantitativo?
- Os Limites de Exposição Ocupacional da ACGIH.
- As unidades de avaliação da vibração.
- Deslocamento, velocidade e aceleração. Os três eixos.   
  A soma vetorial.
- Os instrumentos necessários. A interpretação dos  
  resultados.  

Agentes Químicos

- O pior acidente químico da história mundial.
- A diferença entre amostra, amostragem, coleta, análise 
  e monitoramento.
- Avaliação de exposição a solventes, fumos metálicos, 
  ácidos, névoas e neblinas.
- O Guia Geral de Colheita de Amostras do NIOSH. O ideal, 
  o desejável e o mínimo exigido.
- A Definição de GHE - Grupo Homogêneo de Exposição e
  GSER -Grupo Similar de Exposição ao Risco.
- Como encontrar o Exposto de Maior Risco.    
  Como calcular a Exposição do Grupo Homogêneo.
- A metodologia APR-HO / Análise Preliminar de Risco
  aplicada à Higiene Ocupacional.
- O estabelecimento de prioridades. As categorias de    
  risco e sua classificação. A matriz de decisão.
- A Tabela de Liedel & Busch adotada pelo
   Ministério do Trabalho e Emprego, porém fora da NR 15,
   pode ou deve ser utilizada para fins de amostragem de   
   agentes ambientais ou não?
- A diferença entre os limites de tolerância do MTE e
  da ACGIH.
- A única norma técnica brasileira de avaliação através de  
  tubos reagentes colorimétricos.
- Até quanto tempo depois de exposto um tubo      
  colorimétrico pode ser lido? A sua vida útil.
- Avaliação da exposição ocupacional a solventes
  orgânicos voláteis.
- A norma brasileira que recomenda a utilização dos
  Métodos NIOSH. O Manual do NIOSH.
- A definição do Ministério do Trabalho para Eventualidade,
  Intermitência e Exposição contínua.
- Exposição a poeiras totais e respiráveis. A norma da   
  atual classificação brasileira de poeiras.
- A nova norma brasileira de avaliação da concentração
  de poeiras vegetais, animais e metálicas.
- Na avaliação de agentes químicos devemos usar  
  ciclones de nylon ou de metal?
- Valor Máximo, Valor Teto e absorção pela pele.             
  As situações de RGI - Risco Grave e Iminente.
- Demonstração do uso do frasco correto para conter o
  ciclone e o filtro durante a calibração.
- Avaliação de fumos metálicos. Os Limites de Exposição 
  da ACGIH e do MTE.
- Os riscos químicos presentes nos diversos processos de
  soldagem.
- Solda elétrica libera CO ou Ozônio? E as soldas MIG,   
  TIG, Oxiacetilênica e Solda branca?
- Apresentação de amostras de madeiras cujas poeiras
  causam câncer.
- A nova Norma Brasileira sobre Espaços Confinados. A
  MSDS americana e a FISPQ brasileira.
- Aplicação da fórmula de Brief & Scala. O Fator de
  Redução que deve ser adotado no Brasil.
- As duas normas brasileiras de calibração de bombas de
  amostragem de ar. As diferenças.
- O critério a ser adotado para invalidação de amostras.
- A Nova Norma do Ministério da Saúde sobre avaliação de 
  temperatura, umidade, velocidade do ar, poeira total e  
  Dióxido de Carbono (CO2) nos escritórios e locais de
  trabalho com ar condicionado.
- Os riscos químicos provenientes de      
  máquinas fotocopiadoras e impressoras a laser. Como
  evitá-los.
- Porque ter plantas naturais em escritórios. Os tipos
  ideais. Como criá-las sem terra.   
- Produtos de limpeza que não devem ser usados em
  escritórios, segundo o Ministério da Saúde.
- Avaliação de agentes químicos para integrar o Laudo  
  para fins de Aposentadoria Especial.
- A norma técnica brasileira de utilização de baterias
  recarregáveis. Como aumentar sua vida útil. 

Agentes Biológicos

- A nova norma do Ministério da Saúde sobre avaliação de
  fungos. O Limite de Tolerância.
- Amostragem de bioaerosol em ambientes interiores.
- O VMR - Valor Máximo Recomendável para 
  contaminação biológica.
- Como fazer um diagnóstico de fontes para intervenção   
  corretiva nos ambientes de trabalho.
- Os novos Limites de Tolerância da ACGIH para  
  substâncias de origem biológica.

Coordenação Técnica e Didática: Marco Antônio Antunes - Engenheiro de Segurança do Trabalho e Ambiental, Diretor da AMES.

Opções de pagamento
Vencimento À vista A prazo
10/08/2010 R$ 1.200,00 3 x R$ 420,00
20/08/2010 R$ 1.400,00 3 x R$ 490,00
30/08/2010 R$ 1.600,00 3 x R$ 560,00

Infomações sobre o investimento
Estão incluídos no investimento
  • Certificado de Participação
  • Material didático
  • Coffee break
Após sua inscrição, será emitido o boleto bancário considerando a forma de pagamento escolhida.
  • Para pagamento à vista, será emitido um boleto com valor integral que deve ser quitado na data do vencimento.
  • Para pagamento parcelado, será emitido apenas o boleto da primeira parcela. As demais, serão pagas através de cheques pré-datados no primeiro dia do curso.
Caso não ocorra o pagamento até o vencimento a inscrição será automaticamente cancelada.
Desistência ou Cancelamentos de Inscrições
  • Até 5 dias úteis antes do curso a devolução da inscrição será integral.
  • Após este período, a devolução será de 50% do valor pago
A krozai, se reserva o direito de adiar ou cancelar o curso caso não haja quorum mínimo de participantes e o valor pago, será integralmente devolvido.
Reembolsos
Os reembolsos serão realizados em até 05 dias úteis após o comunicado e a informação sobre os dados bancários.


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