Inspeção em Vasos de Pressão

Inspeção em Vasos de Pressão
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Programação

A Inspeção em Vasos de Pressão é uma exigência da NR-13. Os profissionais habilitados para essa inspeção são os engenheiros mecânicos e navais. Serão repassados conhecimentos sobre como garantir maior segurança, adesão à legislação vigente e redução de custos para a sua empresa ou serviço. Mediante a essa atualização de conceitos, a atividade de inspeção em equipamentos que operam sob pressão, dará condições ao inspetor para que sejam realizadas avaliações mais precisas e objetivas. A metodologia deste curso garante que ferramentas de inspeção sejam usadas com critério, para ampliar o conhecimento do aluno que estará apto para elaborar um plano de inspeção e tomar decisões mais precisas sobre a necessidade e tipo de reparo mais indicado para cada situação.

É também importante ressaltar que cabe ao executor do serviço das atividades de Manutenção/Laudo/Inspeção de caldeiras e vasos de pressão fazer o registro da Anotação de Responsabilidade Técnica - ART, conforme disposto no art. 1º da Lei 6.496/77. Esse registro é cobrado aos prestadores de serviços e às respectivas empresas pela fiscalização dos Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia. 

Público-alvo

Técnicos e Engenheiros nas áreas de manutenção, inspeção, montagem, processo e projeto nos empreendimentos que possuam vasos de pressão.


Objetivo

Oferecer conhecimento sobre os diversos aspectos da Inspeção em Vasos de Pressão, as normas envolvidas (NR-13, ASME VIII Divisão1, ABNT NBR 15417 e N-2619 da Petrobras), bem como os tipos de corrosão e as válvulas de segurança.


Programa

1 - Conceitos

      1.1 Pressão

            1.1.1 Pressão normal de operação

            1.1.2 Pressão máxima de operação

            1.1.3 Pressão mínima de operação

            1.1.4 Pressão de projeto

            1.1.5 Pressão de abertura da válvula de segurança

            1.1.6 Pressão máxima de trabalho admissível (PMTA)

            1.1.7 Pressão de teste hidrostático

      1.2 Temperatura

            1.2.1 Temperatura normal de operação

            1.2.2 Temperatura máxima de operação

            1.2.3 Temperatura mínima de operação

            1.2.4 Temperatura de projeto

      1.3 Espessura da chapa

            1.3.1 Espessura mínima calculada

            1.3.2 Sobre-espessura para corrosão

            1.3.3 Espessura da chapa adotada

            1.3.4 Espessura do vaso novo e corroído

     1.4 Teste hidrostático

           1.4.1 Pressão do teste hidrostático

           1.4.2 Comparação com as pressões de operação e PMTA

     1.5 Tensões admissíveis

     1.6 Fluência

     1.7 Limite de resistência

     1.8 Limite de ruptura

     1.9 Coeficiente de eficiência da solda

2 - Corrosão

     2.1 Tipos de corrosão metálica

     2.2 Causas da corrosão eletroquímica

     2.3 Formas da corrosão eletroquímica

           2.3.1 Uniforme

           2.3.2 Pites

           2.3.3 Galvânica

           2.3.4 Seletiva

           2.3.5 Em Frestas

           2.3.6 Corrosão Erosão

           2.3.7 Bacteriana

           2.3.8 Sob Tensão

           2.3.9 Intergranular

           2.3.10 Incisiva

     2.4 Fatores que influenciam a corrosão

     2.5 Meios de controle

           2.5.1 Projeto

           2.5.2 Fabricação

           2.5.3 Operação

           2.5.4 Margem para corrosão

3 - Norma ASME Seção VIII Divisão 1

     3.1 Cálculo de cascos cilíndricos para pressão interna

     3.2 Cálculo da PMTA

     3.3 Cálculo de tampos elípticos para a pressão interna

     3.4 Cálculo de tampos toriesféricos para a pressão interna

     3. 5 Cálculo dos reforços dos bocais e outras aberturas

4 - Norma Regulamentadora 13 - Caldeiras e Vasos de Pressão

     4.1 Disposições gerais (item 13.6 da NR-13)

     4.2 Instalação de vasos de pressão (item 13.7 da NR-13)

     4.3 Segurança na operação de vasos de pressão (item 13.8 da NR-13)

     4.4 Segurança na manutenção de vasos de pressão (item 13.9 da NR-13)

     4.5 Inspeção de segurança de vasos de pressão(item 13.10 da NR-13)

     4.6 Anexos

     4.6.1 Anexo I-B - Currículo mínimo para Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de Processo

    4.6.2 Anexo II - Requisitos para certificação de Serviço Próprio de Inspeção de Equipamentos

         4.6.3 Anexo III - Aplicação da NR13 em vasos de pressão

         4.6.4 Anexo IV - Classificação de vasos de pressão

5 - Norma ABNT NBR 15417 - Vasos de Pressão - Inspeção de segurança   em serviço

     5.1 Preparação para a inspeção e requisitos de segurança

     5.2 Tipos de inspeção

           5.2.1 Inspeção externa

           5.2.2 Inspeção interna

           5.2.3 Inspeção inicial

           5.2.4 Inspeções extraordinárias

     5.3 Dispositivos de segurança (válvulas de segurança e alívio)

     5.4 Ensaios não destrutivos (END)

           5.4.1 Medição de espessura

           5.4.2 Partículas magnéticas (PM)

           5.4.3 Medição de campo de corrente alternada (ACFM)

           5.4.4 Ultrassom (US)

           5.4.5 Líquido penetrante (LP)

           5.4.6 Emissão acústica

           5.4.7 Outros ensaios

     5.5 Lista auxiliar

           5.5.1 Inspeção em escadas, passarelas e plataformas

           5.5.2 Inspeção em fundações, suportes e elementos de fixação

           5.5.3 Inspeção no isolamento térmico

           5.5.4 Inspeção na pintura

           5.5.5 Inspeção externa do casco

           5.5.6 Inspeção nas conexões e acessórios

     5.6 Testes de sobrepressão (hidrostático e pneumático)

     5.7 Anotações no registro de segurança do vaso de pressão

           5.7.1 Abertura do registro de segurança

           5.7.2 Anotações no registro de segurança

           5.7.3 Exemplos de anotações

     5.8 Relatório de inspeção

     5.9 Responsabilidades dos usuários de vasos de pressão

6 - Norma N-2619 (Petrobras) - Inspeção em Serviço de Vasos de Pressão

     6.1 Objetivo

     6.2 Documentos complementares

     6.3 Definições

     6.4 Condições gerais

           6.4.1 Periodicidade

           6.4.2 Preparação para a inspeção

           6.4.3 Requisitos de segurança

           6.4.4 Registro de inspeção

     6.5 Inspeção externa

           6.5.1 Inspeção em escadas, passarelas e plataformas

           6.5.2 Inspeção nas fundações e suportes

           6.5.3 Inspeção nos chumbadores

           6.5.4 Inspeção nos dispositivos de aterramento

           6.5.5 Inspeção no isolamento térmico

           6.5.6 Inspeção na pintura

           6.5.7 Inspeção externa no casco

           6.5.8 Inspeção nas conexões e acessórios

     6.6 Inspeção interna

           6.6.1 Inspeção na abertura do vaso de pressão

           6.6.2 Sequência para inspeção interna

     6.7 Testes e ensaios não-destrutivos (ENDs)

            6.7.1 Medição de espessura

            6.7.2 Partículas magnéticas (PM)

            6.7.3 Ultrassom (US)

            6.7.4 Outros ensaios

     6.8 Reparos

     6.9 Teste hidrostático

     6.10 Critério de aceitação

             6.10.1 Ensaios não-destrutivos (ENDs)

             6.10.2 Recalque

             6.10.3 Espessura mínima: Casco, calota, tampo e bota

             6.10.4 Pintura

             6.10.5 Teste hidrostático

     6.11 Registros e resultados

7 - Válvulas de segurança (PSV)

      7.1 Conceitos e terminologia

            7.1.1 Válvula de segurança

            7.1.2 Válvula de alívio

            7.1.3 Válvula balanceada

            7.1.4 Pressão de ajuste

            7.1.5 Sobrepressão

            7.1.6 Acumulação

            7.1.7 Pressão de fechamento

            7.1.8 Diferencial de alívio

            7.1.9 Contrapressão

      7.2 Princípio de operação

            7.2.1 Principais componentes

      7.3 Dimensionamento e seleção

            7.3.1 Premissas de cálculo

            7.3.2 Dados de processo

            7.3.3 Norma API 520: gases, líquidos e vapor

            7.3.4 Software PSV Calc - Cálculo, seleção e materiais

            7.3.5 Data Sheet (folha de dados)

            7.3.6 Norma API 526: materiais dos componentes

      7.4 Inspeção das válvulas de segurança

            7.4.1 Inspeção externa

            7.4.2 Inspeção interna

            7.4.3 Testes

8 - Conclusões e comentários finais

9 - Bibliografia

Investimento

Estão incluídos no investimento:

- Certificado de Participação.

- Material didático.

Pagamento:

O pagamento pode ser efetuado através de cartão de crédito ou boleto bancário.

  • Cartão de crédito: utilizamos o sistema Pagseguro. Preencha os dados solicitados e a inscrição será efetivada após autorização da sua operadora.
  • Boleto bancário: ao término de sua inscrição, será emitido o boleto bancário considerando a forma de pagamento escolhida.
  • Pagamento à vista: será emitido um boleto com valor integral que deve ser quitado até a data de vencimento.
  • Pagamento parcelado: será emitido apenas o boleto da primeira parcela. As demais parcelas serão pagas através de cheques pré-datados no primeiro dia do curso.

Caso não ocorra o pagamento até o vencimento, a inscrição será cancelada.

Desistência:

  • Até 5 dias úteis antes do curso a devolução da inscrição será integral.
  • Após este período, a devolução será de 50% do valor pago

Cancelamento ou adiamento de cursos:

  • A confirmação do curso será feita com, no mínimo, 08 dias antes do início do treinamento.
  • Caso não tenha quorum mínimo, os cursos serão adiados ou cancelados. Nesse caso, o valor pago será integralmente devolvido.
  • A Krozai não se responsabilizará por nenhuma outra despesa referente a passagens, hospedagem, alimentação, dentre outras.

Reembolsos:

  • Os reembolsos serão realizados em até 05 dias úteis após o comunicado e a informação sobre os dados bancários.

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