O que uma sobremesa, um crânio e um remédio têm em comum?

O que uma sobremesa, um crânio e um remédio têm em comum?

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Você deve estar se perguntando se o título deste texto faz algum sentido… E a nossa reposta é “sim”! Apesar de uma sobremesa, um crânio e um remédio não terem muitas relações entre si, existe um ponto em comum que os conecta: uma impressora 3D já é capaz de produzi-los – ou pelo menos criar parte deles. Se você leu este post – no qual contamos que as impressoras 3D chegaram com tudo e estão até fazendo casas em menos de 24 horas – provavelmente já sabe que praticamente não há limites quando se trata dessa tecnologia. Se ficou curioso, entenda melhor do que estamos falando nos próximos parágrafos!

Impressoras 3D e partes do corpo

As impressoras 3D, além de já fazerem parte de segmentos como os de construção e de arquitetura, também estão se tornando indispensáveis em outras áreas, como a da saúde. Um caso bem impressionante é o de uma criança chinesa que nasceu com hidrocefalia – uma doença que fez com que sua cabeça ficasse quatro vezes maior do que o tamanho normal – e precisou fazer uma cirurgia bastante complexa, com duração de 17 horas. O seu crânio foi reconstruído com a ajuda da uma impressora 3D, na qual foram impressas três peças de liga de titânio. A cirurgia não foi exatamente barata – custou em torno de 80 mil dólares – mas foi um sucesso! Além disso, próteses de todos os tipos já são impressas com essas máquinas, inclusive braços protéticos divertidos. Ah, e ainda haverá muitas novidades nesse campo, como a impressão de cartilagens para reconstrução de narizes, orelhas e músculos.

Impressoras 3D e remédios

Não é a apenas com a criação de próteses que a as impressoras 3D contribuem para a área da saúde. No ano passado, o laboratório Aprecia Pharmaceuticals, dos Estados Unidos, teve aprovação da Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) para comercializar um de seus remédios – o Spritam (Levetiracetam) – em sua versão impressa em 3D. O medicamento serve para o tratamento de crises de epilepsia e é o primeiro remédio fabricado dessa forma que teve a autorização necessária para ser comercializado. Essa tecnologia pode abrir portas para formas mais práticas e econômicas de produzir fármacos de diversos tipos!

Impressoras 3D e alimentos

Se você estiver com fome, é melhor pular esta parte do texto, pois o que vamos mostrar agora é realmente irresistível. O Food Ink é um restaurante itinerante que utiliza impressoras 3D na confecção de seus pratos. Os cozinheiros ainda participam da elaboração das delícias da casa, mas as máquinas permitem que figuras incríveis sejam feitas com os ingredientes utilizados e o resultado é tão bonito quanto apetitoso. A má notícia é que, por enquanto, eles ainda estão atuando apenas na Europa, em países como Inglaterra, Espanha e Holanda. Mas quem sabe em um futuro próximo você possa experimentar uma bela sobremesa impressa em 3D? Confira um pouco dessa experiência no vídeo abaixo:

Fontes consultadas:

http://engenhariae.com.br/tecnologia/crianca-na-china-recebe-o-primeiro-cranio-impresso-em-3d/
http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/noticias/este-e-o-1o-restaurante-com-comida-em-impressao-3d-do-mundo
http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/eua-autoriza-primeiro-remedio-fabricado-com-impressora-3d


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